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SNGPC voltou a ser obrigatório: o que muda para a farmácia

Depois de um período de suspensão, a escrituração de medicamentos controlados no SNGPC voltou a valer em 2026. Veja os prazos e o que sua farmácia precisa ajustar.

20 de maio de 2026 · 4 min de leitura

Depois de um tempo sem cobrança ativa, a Anvisa retomou a exigência da escrituração de medicamentos controlados no SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados) em 2026. Para a farmácia, isso significa voltar a tratar o SNGPC como rotina diária - não como pendência de fim de mês.

Os prazos que valem agora

Uma mudança técnica que passa despercebida

A validação da classe terapêutica mudou: antimicrobianos agora são marcados como código '1' e os demais controlados como '2'. Farmácia que escritura pelo hábito antigo - sem esse ajuste - corre o risco de ter o lote de receitas rejeitado na transmissão, e só descobre isso quando já passou do prazo de 7 dias.

Fica de olho também no SNCR

Em paralelo ao SNGPC, a Anvisa está implantando o SNCR (Sistema Nacional de Controle de Receitas), com integração às plataformas de prescrição eletrônica prevista a partir de junho de 2026. Os dois sistemas devem conviver por um tempo: o SNGPC segue cuidando do controle de estoque, o SNCR cuida da receita. Vale acompanhar - mas não é motivo para atropelar a rotina que já está em dia.

O que o sistema da UpCiga já resolve

O módulo para farmácias escritura o SNGPC direto da venda do balcão, já na classificação correta, e mantém o controle de lote e validade dos medicamentos - a papelada sai sozinha para a vigilância sanitária enquanto o farmacêutico atende o cliente.

Sua empresa é do ramo de farmácias? Veja o que o sistema faz especificamente para o seu ramo.

Conte como é a sua operação

A implantação começa com uma consultoria que levanta as demandas do seu negócio - e o orçamento sai conforme o seu porte.

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